Avaliação e operação de aeronaves inimigas pelos britânicos na 2ª Guerra Mundial

Messerschmitt Bf 109E capturado pelos britânicos e re-designado DG200, em voo sem a cobertura da cabine, removida (e nunca substituída) para que H. Hayworth, piloto de testes da Rolls Royce com cerca de 2 m de altura, coubesse na aeronave (Foto: IWM/Wikimedia Commons).

Pouco conhecida, a unidade “Flight Nº 1426” da Royal Air Force, criada na Segunda Guerra Mundial para avaliar aeronaves capturadas da Luftwaffe alemã, tinha por objetivo obter inteligência sobre as capacidades e características das aeronaves inimigas. Foi apelidada de “Rafwaffe”.

O acordo Estados Unidos–Austrália e os limites da estratégia anti-China dos EUA

O presidente francês, Emmanuel Macron, e o então primeiro-ministro australiano, Malcolm Turnbull, no convés do HMAS Waller, um submarino classe Collins da Marinha Real da Austrália, em Sydney, maio de 2018 (Foto: Brendan Esposito/AFP).

A União Europeia quer um caminho intermediário entre China e EUA, e o anúncio AUKUS, com o cancelamento do acordo australiano com a França, mostra que isso será difícil. A UE geralmente considera os EUA seu aliado mais próximo, mas o bloco tem laços econômicos profundos com a China, tanto como mercado de exportação quanto como fornecedor.

A nova aliança militar entre EUA, Reino Unido e Austrália

Joe Biden (Jim Watson/AFP); Scott Morrison (Rohan Thomson/AFP); Boris Johnson (Christopher Furlong/Reuters).

Anúncio enfatiza que o sistema internacional está se reacomodando, e os movimentos das grandes potências exigem atenção dos demais países, para não verem comprometidos seus próprios interesses estratégicos.

As alianças americanas no Indo-Pacífico

Embarcações das marinhas da Índia, EUA, Japão e Austrália participando do exercício Malabar 2020. O porta-aviões USS Nimitz, da Marinha americana, o submarino INS Khanderi e o porta-aviões INS Vikramaditya, da Marinha indiana, podem ser vistos na imagem (Foto: Marinha da Índia).

As alianças dos Estados Unidos na região do Indo-Pacífico vão além do recém anunciado pacto AUKUS, e incluem também o diálogo Quad e o mais antigo Five Eyes.

Radar Semanal 24/09/21

Embarcações da Força de Autodefesa Marítima do Japão, da Marinha dos EUA, e da Marinha Indiana em exercício conjunto na Baía de Bengala em 17 de julho de 2017 (Foto: Kyodo).

*EXCLUSIVO ASSINANTES* Submarino do AUKUS pode abrir precedentes; satélites comerciais estão transformando a inteligência; os EUA excluem Índia e Japão da aliança com Austrália e Reino Unido; o Quad, coalizão entre EUA, Austrália, Índia e Japão, ainda está por mostrar seu valor.

Por que a Austrália rejeitou a França

O presidente francês, Emmanuel Macron, e o primeiro-ministro australiano, Scott Morrison, discutiram o projeto do submarino da Austrália durante a XIII Cúpula do G20 realizada em Buenos Aires, Argentina, em novembro/dezembro de 2018 (Foto: Lukas Coch/AAP).

As circunstâncias mudaram desde 2016 e o apoio para a frota de submarinos da Marinha australiana se tornou uma questão de interesse nacional fundamental. Portanto, a decisão da Austrália foi a respeito de geopolítica, e não apenas um contrato comercial.

Com o AUKUS, os anglo-saxões deixaram os europeus em uma sinuca

Montagem com imagens Shutterstock/PNGWing.

*Exclusivo Assinantes* A diplomacia da União Europeia é movida pela emoção e por uma compreensão superficial das políticas dos Estados Unidos e do Reino Unido. Os líderes europeus subestimaram Boris Johnson e superestimaram Joe Biden, uma combinação ruim.

O AUKUS e os desafios para a Austrália

O HMS Astute, submarino da marinha britânica que deu nome à classe. Ao fundo, o destroier HMS Dauntless (Foto: Ministério da Defesa britânico).

Com o anúncio do AUKUS, a perspectiva australiana de operar submarinos nucleares é animadora, mas também apresenta desafios de enorme complexidade – além de custos astronômicos.

Radar Semanal 17/09/21

Livro de Bob Woodward e Robert Costa diz que o general Mark Milley, chefe do Estado-Maior Conjunto dos EUA, disse ao general chinês Li Zuocheng que o alertaria em caso de ataque dos EUA (Foto: AP).

Hoje no Radar: Perda de influência global dos EUA leva aliados a buscar outros apoios; Sem ONU e OTAN, europeus e asiáticos podem criar solução que Afeganistão não exporte terror; Nova aliança militar entre EUA, Reino Unido e Austrália deve aumentar tensões com Pequim; Biden defende Milley e Trump diz que nunca soube de ligações para a China.

O novo e surpreendente acordo de segurança da Austrália

O primeiro-ministro australiano, Scott Morrison, em teleconferência com o presidente americano, Joe Biden, e o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, durante o anúncio do AUKUS (Foto: The Australian).

Os líderes dos Estados Unidos, Austrália e Reino Unido anunciaram um novo pacto trilateral de segurança. Suas breves, embora significativas, declarações foram notadas mais pelo que eles não disseram.