Avaliação e operação de aeronaves inimigas pelos britânicos na 2ª Guerra Mundial

Messerschmitt Bf 109E capturado pelos britânicos e re-designado DG200, em voo sem a cobertura da cabine, removida (e nunca substituída) para que H. Hayworth, piloto de testes da Rolls Royce com cerca de 2 m de altura, coubesse na aeronave (Foto: IWM/Wikimedia Commons).

Pouco conhecida, a unidade “Flight Nº 1426” da Royal Air Force, criada na Segunda Guerra Mundial para avaliar aeronaves capturadas da Luftwaffe alemã, tinha por objetivo obter inteligência sobre as capacidades e características das aeronaves inimigas. Foi apelidada de “Rafwaffe”.

Fiat Falco “13-95”: A Itália na Batalha da Inglaterra

Imagem: Hobby Search.

O caça italiano Fiat Falco CR.42 conhecido como “13-95” integrou o Corpo Aereo Italiano durante a Batalha da Inglaterra, em um esforço diplomático e publicitário do ditador italiano Benito Mussolini para melhorar sua imagem tanto internamente quanto com seus aliados alemães. Após ser capturado, o “13-95” participou da formação da unidade de avaliação de aviões inimigos da RAF, conhecida como “Rafwaffe”.

Aeronaves F-35B do Reino Unido e dos EUA atacam o ISIS em primeiras missões de combate do HMS Queen Elizabeth

Um F-35B decola do HMS Queen Elizabeth na área de operações da Sexta Frota em 18 de junho de 2021 (Foto: Zachary Bodner/US Marine Corps).

O comandante da Ala Aérea do Queen Elizabeth disse que é a primeira missão de combate realizada pelos EUA a partir de um porta-aviões estrangeiro desde o HMS Victorious em 1943, e mostra o nível de integração entre a Royal Navy, a Royal Air Force e os US Marines.

Dois Victor, duas guerras

“V-Bomber” Handley Page Victor K.Mk.2 (Foto: Ur-1988/GoodFon.com).

As origens do Handley Page Victor e os “V-Bombers” e a história de dois Victor que operaram tanto na Guerra das Falklands/Malvinas como na Guerra do Golfo. Hoje ambas repousam em museus da RAF, onde recebem milhares de visitas todos os anos.

Radar Semanal 02/04/2021

O presidente russo, Vladimir Putin, em Sochi, Rússia, outubro de 2019 (Foto: Sergei Chirikov/Reuters).

As recentes implantações de tropas russas próximo da Ucrânia; uma análise do novo modelo de forças do Reino Unido; as apostas e barganhas que mantém Putin no poder na Rússia; Um sumário das capacidades desestabilizadoras do Irã no Oriente Médio; e o uso de inteligência artificial para analisar a cada vez maior massa de dados coletada pela marinha dos EUA.

Aviões russos Tu-142 são escoltados por caças noruegueses e britânicos no Mar do Norte

Tupolev Tu-142 (Foto: Alexander Demianchuk/Tass).

Segundo a assessoria de imprensa da Frota do Norte da Rússia, o voo durou cerca de 11 horas.

O Harrier XZ997 e as operações nas Falklands/Malvinas

Primeira aeronave operacional com capacidade de decolagem e pouso verticais, o Harrier se tornou uma das mais famosas aeronaves britânicas, e sua operação na Guerra das Falklands/Malvinas o consolidou como um projeto bem sucedido. Aqui, a história do Harrier Gr.3 serial XZ997, a aeronave britânica com maior número de missões naquele teatro de operações, hoje exposta no RAF Museum de Hendon, Londres.

O Hurricane P.3175 e a Batalha da Inglaterra

O Hawker Hurricane Mk.1 série P.3175 foi um dos mais de mil caças perdidos pela Royal Air Force durante a Batalha da Inglaterra. Seus restos estão hoje no Museu da Batalha da Grã-Bretanha em Hendon; o oficial que o pilotava, o P/O Maffett, está sepultado em Windsor Road. Este é um pequeno recorte que sintetiza a história dessa grande batalha.

O Pucará A-515: das Malvinas à Inglaterra

Ao final da Guerra das Malvinas, o Pucará A-515 da FAA (Fuerza Aérea Argentina) foi capturado pelos britânicos, que o levaram à Inglaterra. Lá, foi restaurado e submetido a uma série de testes extensivos, incluindo combates dissimilares contra caças Sea Harrier e Phantom. Hoje, tem seu repouso final no RAF Museum em Cosford.

Reconhecimento Fotográfico Aéreo: o exemplo britânico na Segunda Guerra Mundial

Como outros países, os britânicos descobriram o valor do reconhecimento fotográfico ainda durante a Primeira Guerra. No início da Segunda Guerra, era uma prática que precisava ser aprimorada; mesmo com alguma resistência, a atividade evoluiu, passando de importante a fundamental.