Por que a Austrália rejeitou a França

O presidente francês, Emmanuel Macron, e o primeiro-ministro australiano, Scott Morrison, discutiram o projeto do submarino da Austrália durante a XIII Cúpula do G20 realizada em Buenos Aires, Argentina, em novembro/dezembro de 2018 (Foto: Lukas Coch/AAP).

As circunstâncias mudaram desde 2016 e o apoio para a frota de submarinos da Marinha australiana se tornou uma questão de interesse nacional fundamental. Portanto, a decisão da Austrália foi a respeito de geopolítica, e não apenas um contrato comercial.

Com o AUKUS, os anglo-saxões deixaram os europeus em uma sinuca

Montagem com imagens Shutterstock/PNGWing.

*Exclusivo Assinantes* A diplomacia da União Europeia é movida pela emoção e por uma compreensão superficial das políticas dos Estados Unidos e do Reino Unido. Os líderes europeus subestimaram Boris Johnson e superestimaram Joe Biden, uma combinação ruim.

O AUKUS e os desafios para a Austrália

O HMS Astute, submarino da marinha britânica que deu nome à classe. Ao fundo, o destroier HMS Dauntless (Foto: Ministério da Defesa britânico).

Com o anúncio do AUKUS, a perspectiva australiana de operar submarinos nucleares é animadora, mas também apresenta desafios de enorme complexidade – além de custos astronômicos.

O novo e surpreendente acordo de segurança da Austrália

O primeiro-ministro australiano, Scott Morrison, em teleconferência com o presidente americano, Joe Biden, e o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, durante o anúncio do AUKUS (Foto: The Australian).

Os líderes dos Estados Unidos, Austrália e Reino Unido anunciaram um novo pacto trilateral de segurança. Suas breves, embora significativas, declarações foram notadas mais pelo que eles não disseram.

O “AUKUS” e as reações na França e na China

Um helicóptero MH-60R conduz um exercício antissubmarino com o HMAS Rankin (classe Collins) da Marinha australiana, na área de exercícios da Austrália Oriental (Foto: Royal Australian Navy).

Novo pacto militar com os EUA e o Reino Unido desfaz programa de compra de submarinos franceses pela Austrália; a França classifica a decisão de “lamentável”, e a China diz que o acordo “prejudica a paz regional”.

Infográfico: 76 anos do bombardeio atômico do Japão

Imagem: Universal History Archive/UIG via Getty images.

Quando os EUA lançaram bombas atômicas nas cidades japonesas de Hiroshima, em 6 de agosto, e Nagasaki, em 9 de agosto, durante a Segunda Guerra Mundial, isso causou a morte de dezenas de milhares e destruição em toda a cidade.

Radar Semanal 16/07/21

O ex-vice presidente dos EUA, Mike Pence (Foto: Erin Granzow).

Hoje no Radar, um artigo aborda os desafios da modernização da tríade nuclear dos EUA; a recente implantação de 16 aeronaves da força aérea chinesa próximo ao espaço aéreo da Malásia pode sugerir uma nova tática para a China afirmar suas reivindicações sobre o Mar do Sul da China; O ex-vice-presidente americano Mike Pence ingressou na The Heritage Foundation fazendo um forte discurso anti-China, que traduzimos nesta edição; O compromisso da Turquia de proteger o aeroporto de Cabul é arriscado, mas pode trazer recompensas estratégicas significativas.

A Rússia testou um míssil hipersônico na Síria? Talvez Israel saiba

Um MiG-31 russo com um míssil hipersônico Kinzahl (Foto: Ministério da Defesa da Rússia).

Observadores israelenses dizem que teste do míssil é parte do esforço de Moscou para ganhar presença forte no Mediterrâneo; nos últimos dias os russos realizaram um exercício de combate a apenas 30 km do HMS Queen Elizabeth, atualmente no leste do Mediterrâneo perto de Chipre.

Rússia testa com sucesso seu ICBM mais recente

Foto: Tass.

O Instituto de Tecnologia Térmica de Moscou começou a desenvolver sofisticadas modificações do ICBM móvel Kedr como parte da atualização dos armamentos estratégicos da Rússia.

Irã afirma que não fornecerá imagens de usinas nucleares à AIEA após o término do acordo

Trabalhador em uma bicicleta passa em frente ao prédio do reator da usina nuclear de Bushehr, no Irã, em 2010 (Foto: Majid Asgaripour/AP).

Mohammad Baqer Qalibaf, presidente do parlamento do Irã, disse que o acordo expirou e que “as informações registradas nunca serão fornecidas à Agência Internacional de Energia Atômica”.