Triângulo EUA-Rússia-Irã e a mudança da Ordem Mundial

O presidente russo, Vladimir Putin (esq.), com o líder iraniano, aiatolá Ali Khamenei (dir.), em 23 de novembro de 2015 (Wikimedia Commons/CC BY 4.0).

**Exclusivo Assinantes** Independentemente do resultado das negociações para o retorno do Irã ao JCPOA, a iniciativa do país em melhorar suas relações com a Rússia reforçam a ideia de autossuficiência iraniana, buscando não depender apenas de Pequim.

As armas avançadas do Irã, Parte 3 (final): Ameaças e oportunidades

O então presidente do Irã, Hassan Rouhani, em visita a uma exposição sobre as realizações nucleares do país em Teerã, em abril de 2021 (AP).

Se você acompanhou as duas primeiras partes deste artigo, sabe que o motivo para escrever esta série em três partes foram os recentes debates nos círculos militares iranianos sobre a obtenção de armas avançadas pelo Irã.

Radar Semanal 30/12/21

OODA Loop.

**Exclusivo Assinantes** Tóquio se esforça para acompanhar o ritmo da China na Defesa; O teste do hipersônico Shaurya aumenta ambiguidade da postura nuclear da Índia; IA é vista como tecnologia estratégica crítica; EUA e Japão apresentam plano conjunto sobre potencial ataque chinês a Taiwan.

O Irã e os desafios para a paz mundial em 2022

A ameaça cada vez mais real de um conflito de alta intensidade no Oriente Médio é somente mais um dos fantasmas que ameaçam a paz e o sistema internacional no ano que se inicia na próxima semana.

Radar Semanal 10/12/21

Militares das Forças Armadas da Índia desfilam na parada do Dia da Vitória na Praça Vermelha, em Moscou, marcando o 75º aniversário da vitória na Segunda Guerra Mundial (Ramil Sitdikov/Host Photo Agency/Getty Images).

**Exclusivo Assinantes** Preparativos da Rússia sinalizam que Moscou reconhece o perigo de uma área fortificada em sua fronteira; Relações russo-indianas são tradicionalmente boas, mas os laços econômicos estão estagnados e suspeitas mútuas vêm se insinuando; A visão da ministra das Forças Armadas da França sobre os desafios tecnológicos que seu país vem superando; Interesses conflitantes dificultam que Israel e Irã encontrem uma solução diplomática para seu impasse.

Radar Semanal 19/11/21

Carros de combate do Corpo de Fuzileiros Navais americano em deslocamento perto de Seul, na Coréia (Imagem de arquivo do US Naval Institute).

**Exclusivo Assinantes** Estudo alerta que os EUA precisam gastar mais em treinamento profissional e infraestrutura de manufatura; Negociações do acordo nuclear com o Irã provavelmente serão difíceis; Crescente capacidade hipersônica da China, faz Marinha americana acelerar programas; US Marines vão se desfazer de blindados pesados, decisão que poderão lamentar no futuro.

Radar Semanal 12/11/21

ManiAkaRisk.

**Exclusivo Assinantes** Ao deixar o Afeganistão, Reino Unido abandonou compromissos de longo prazo; Potências nucleares apoiam TNP, mas continuam a atualizar seus arsenais nucleares; Procurador-geral do México contradiz afirmação de Israel sobre o software-espião Pegasus; Concentração de imigrantes na fronteira da Bielorrússia pressiona UE.

Radar Semanal 08/10/21

Soldados da China e da Índia participam do exercício conjunto Hand-in-Hand 2018 realizado em Chengdu, na província de Sichuan, China (Reuters).

**Exclusivo Assinantes** Valor econômico do Ártico aumenta com derretimento do gelo; PLA vê cooperação militar Índia-EUA com preocupação, mas não considera a Índia grande ameaça; Signatários do JCPOA devem desenvolver plano B em relação ao Irã; China intensifica influência nos Bálcãs com a Iniciativa Belt and Road e levanta preocupações na Europa.

O caso do submarino franco-australiano pode afundar a estratégia indo-pacífica da UE?

Bandeiras da União Europeia e da Austrália (Foto: AIIA).

**Exclusivo Assinantes** A decisão da Austrália de rescindir o contrato de A$ 90 bilhões com a França para forjar uma nova aliança com os EUA e o Reino Unido foi um choque para a Europa. Ironicamente, o anúncio veio poucas horas antes de a UE lançar a sua própria Estratégia Indo-Pacífico.

O acordo Estados Unidos–Austrália e os limites da estratégia anti-China dos EUA

O presidente francês, Emmanuel Macron, e o então primeiro-ministro australiano, Malcolm Turnbull, no convés do HMAS Waller, um submarino classe Collins da Marinha Real da Austrália, em Sydney, maio de 2018 (Foto: Brendan Esposito/AFP).

A União Europeia quer um caminho intermediário entre China e EUA, e o anúncio AUKUS, com o cancelamento do acordo australiano com a França, mostra que isso será difícil. A UE geralmente considera os EUA seu aliado mais próximo, mas o bloco tem laços econômicos profundos com a China, tanto como mercado de exportação quanto como fornecedor.