Dois Victor, duas guerras

“V-Bomber” Handley Page Victor K.Mk.2 (Foto: Ur-1988/GoodFon.com).

As origens do Handley Page Victor e os “V-Bombers” e a história de dois Victor que operaram tanto na Guerra das Falklands/Malvinas como na Guerra do Golfo. Hoje ambas repousam em museus da RAF, onde recebem milhares de visitas todos os anos.

Radar Semanal 26/03/2021

Foto: Prefectura Naval Argentina.

Nesta edição do Radar, uma análise do SCMP sobre a união de China e Rússia frente às sanções americanas; artigo da Foreign Affairs avalia que a atual competição entre China e EUA, embora perigosa, não configura uma nova Guerra Fria; no Defense News, os exercícios militares greco-sauditas e possíveis impactos nas relações com os turcos; na Time, as estimativas dos impactos globais do bloqueio no Canal de Suez; e uma análise da expansão da influência chinesa na América do Sul, especialmente na Argentina, e a fraca reação dos EUA.

Como os britânicos veem seu papel no mundo em 2030 – e como estão se preparando para exercê-lo

Foto: Royal Navy.

Em 16 de março o governo britânico publicou a que é tida como a maior revisão de defesa e segurança do Reino Unido desde o final da Guerra Fria. O documento, com mais de cem páginas, define a abordagem do país aos desafios esperados para a próxima década.

O Harrier XZ997 e as operações nas Falklands/Malvinas

Primeira aeronave operacional com capacidade de decolagem e pouso verticais, o Harrier se tornou uma das mais famosas aeronaves britânicas, e sua operação na Guerra das Falklands/Malvinas o consolidou como um projeto bem sucedido. Aqui, a história do Harrier Gr.3 serial XZ997, a aeronave britânica com maior número de missões naquele teatro de operações, hoje exposta no RAF Museum de Hendon, Londres.

Retrospectiva 2020

2020 foi um ano difícil. Além das guerras e questões geopolíticas que, desde sempre, moldam a história da humanidade, a pandemia da COVID-19 acabou se tornando um agravante em diversos aspectos, desde sanitários até políticos. Para o Velho General, foi um ano de muito trabalho e crescimento.

Malvinas: “Tínhamos 20% de chances de sobreviver”

Há 38 anos, durante a Guerra das Malvinas, um piloto argentino de A-4B Skyhawk perdeu o nariz da aeronave realizando um ataque ao solo e bombardeou a fragata HMS Argonaut voando tão baixo que a acertou de raspão, ganhando o apelido de “El Kamikaze”. Conheça o relato de Alberto Filippini, piloto veterano do conflito do Atlântico Sul.

O Pucará A-515: das Malvinas à Inglaterra

Ao final da Guerra das Malvinas, o Pucará A-515 da FAA (Fuerza Aérea Argentina) foi capturado pelos britânicos, que o levaram à Inglaterra. Lá, foi restaurado e submetido a uma série de testes extensivos, incluindo combates dissimilares contra caças Sea Harrier e Phantom. Hoje, tem seu repouso final no RAF Museum em Cosford.

A BBC, as Falklands e a importância do sigilo de informações

Durante a Guerra das Falklands/Malvinas, a BBC acabou envolvendo-se em episódios de vazamento de informações, sendo acusada de traição. Esses incidentes mostram a importância do sigilo que deve proteger informações sensíveis, especialmente em cenários de guerra, e reforçam a necessidade de se aplicarem conceitos de inteligência.

Vulcan: uma história diferente

A história do Vulcan da RAF que aterrissou no Galeão em 1982, durante a Guerra das Falklands/Malvinas, foi contada recentemente aqui no Velho General. No entanto, a véspera da partida do bombardeiro, quando a tripulação conheceu a noite carioca, é uma passagem bem menos conhecida. Esse relato é feito hoje em primeira pessoa pelo coronel-aviador Carlos Aureliano Motta de Souza, o oficial da FAB que ciceroneou a tripulação britânica naquela noite. Agradecemos ao coronel Motta pela gentileza e disponibilidade de nos relatar essa história!

Os três problemas do Vulcan XM597

Em junho de 1982, em plena Guerra das Falklands/Malvinas, um bombardeiro britânico Avro Vulcan, retornando de uma missão Black Buck, teve problemas com a sonda de reabastecimento e rumou para o Rio de Janeiro. Solicitou emergência de combustível, foi rastreado pelo CINDACTA, interceptado por caças Northrop F-5 Tiger da FAB e aterrissou com os tanques já quase “secos”.