Radar Semanal 12/02/2021

Neste Radar, sanções americanas a Mianmar, uma breve análise dos mísseis do Paquistão, a bomba nuclear do Irã de acordo com a inteligência da IDF; os EUA e países da OTAN intensificam operações no Mar do Sul da China e uma análise do Al-Monitor sobre a atuação da Rússia na Líbia.

As primeiras ações de Biden no Oriente Médio

Os movimentos iniciais de Joe Biden em relação ao Irã e ao Oriente Médio parecem indicar uma mudança radical na política externa americana para a região. É difícil prever quais poderão ser os resultados efetivos, mas, como sempre pode acontecer, ainda que uma política pareça virtuosa seus resultados podem se distanciar muito das intenções.

Golpe em Mianmar: por que agora?

O recente golpe de estado em Mianmar, uma nação governada pelo alto-comando militar durante a maior parte de sua história moderna, não deveria ter sido uma surpresa. Juntas militares e governos fantoches governaram efetivamente o país por quase 20 anos desde a sua independência em 1948.

Radar Semanal 06/02/2021

EXCLUSIVO ASSINANTES: Nesta edição, o golpe de estado em Mianmar, no sudeste asiático, uma análise de como a eleição de Joe Biden pode afetar as relações entre Israel e a Turquia, e um acadêmico americano acredita que o alinhamento ideológico pode estar empurrando os Estados Unidos ao totalitarismo.

As reversões de Joe Biden

Passado o período de promessas eleitorais, Joe Biden, agora empossado como o 46º presidente dos Estados Unidos, deverá lidar com a realidade das pressões sofridas pelos ocupantes da Casa Branca. Em relação à política externa, não será fácil cumprir todas as suas promessas de campanha frente às realidades que terá que enfrentar. Biden agora corre o risco de ser condenado pelo que fizer e pelo que não fizer.

Radar Semanal 29/01/2021

Nesta edição do Radar, a China eleva o tom com Taiwan, o Exército Indiano treinará oficiais especialistas em cultura chinesa e tibetana, o Pentágono passará a considerar mudanças climáticas como prioridade na segurança nacional dos EUA, Pequim sanciona ex-funcionários de Trump e passa mensagem a Biden, destroieres americanos no Mar Negro, e mais.

A questão fronteiriça entre Venezuela e Guiana

A disputa entre a Venezuela e a Guiana pelo território do Essequibo é anterior inclusive à independência desses países. O acordo de 1905, que concedeu 94% da região à Guiana, nunca satisfez realmente a Venezuela. Em 2015, a descoberta de grandes reservas de petróleo na área reacendeu a disputa. Aguarda-se uma decisão da Corte Internacional de Justiça (CIJ), que em breve deverá deliberar sobre o assunto.

O caos em Manaus e as medidas de Mobilização Nacional

Estamos vivendo uma pandemia em que as medidas de gestão são de Mobilização Nacional, porém sem a decretação do Sistema Nacional de Mobilização (SINAMOB). Isso não importa. O que importa é o ato de mitigar o problema que se afigura.

Obama, Trump e Biden: consistência na política externa

Embora se espere que a política externa dos Estados Unidos sob a próxima administração Biden se afaste de alguns dos princípios-chave da política do presidente Donald Trump, como o “America First”, George Friedman, analista do Geopolitical Futures, aponta para uma grande possibilidade de continuidade, especialmente no que diz respeito às relações com a China e a Rússia.

Militares dos EUA estão divididos?

Muitas coisas incomuns vêm acontecendo ultimamente nos EUA: todo o imbróglio envolvendo as eleições, a grande manifestação em Washington e a controversa invasão do Capitólio – sim, controversa, pois embora a “velha mídia” insista em responsabilizar o presidente Donald Trump, há cada vez mais indícios de infiltrações da Antifa e do BLM –, a censura de Trump nas redes sociais e a presença de tropas para garantir a posse de Joe Biden, que pode chegar a 25.000 militares. Interessante notar que uma divisão típica do exército americano é composta por 10 a 15 mil militares, assim teremos em Washington o equivalente a duas divisões para proteger uma posse presidencial. Isto é absolutamente excepcional.