Um novo diabo

Imagem: Donna Kirby/Pixabay.

O sistema ideológico globalista: é melhor o diabo que conhecemos, ou um novo?

Política identitária e teoria racial crítica não tem lugar nas forças armadas dos EUA

O então vice-almirante da U.S. Navy, Michael M. Gilday, testemunha perante o Comitê de Serviços Armados do Senado dos EUA em 31 de julho de 2019 em Washington, D.C. (Foto: Win McNamee/Getty).

A beleza do serviço militar é que o objetivo uniforme e comum suplanta o agrupamento por identidades individuais de cor, classe, gênero ou religião. A teoria crítica da raça levaria os militares na direção errada ao desfazer décadas, ou mesmo séculos, de trabalho para promover uma cultura centrada em equipe.