Paquistão alerta países asiáticos contra “rivalidade de grande poder” na região

Primeiro-ministro paquistanês, Imran Khan (Foto: Anadolu).

A Ásia não deve se tornar palco de tensões induzidas de fora ou de dentro, diz o primeiro-ministro Imran Khan, acrescentando que as diferenças e disputas na Ásia exigem soluções asiáticas com base em valores e interesses asiáticos.

Estados Unidos, China e a transição de poder no Século XXI

Imagem: Theasis/Getty Images.

A geopolítica contemporânea não está reeditando o sistema bipolar vivido durante a Guerra Fria, mas passando por uma crise de transição típica da disputa entre um poder hegemônico e outro ascendente, tal como ocorreu durante as décadas anteriores à Primeira Guerra Mundial. Resta saber como essa dinâmica será processada no século XXI.

Radar Semanal 16/04/2021

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdoğan (Foto: Adem Altan/AFP).

Nesta edição do Radar, uma análise de como a Rússia vem tomando partido das fraquezas demonstradas pela Europa; o equilíbrio da Turquia entre EUA, Rússia e China; e como o acordo Irã-China mina a efetividade de uma das ferramentas de pressão mais importantes dos EUA, as sanções econômicas.

A perspectiva estratégica da China

O presidente chinês Xi Jinping (Foto: Nicolas Asfour/Reuters).

Se um dia os EUA chegarem a enfrentar a China, será fundamental entender como o país enxerga sua posição estratégica, ou como a posição estratégica chinesa a obrigará a agir.

Especulando sobre a China e Cuba

Num exercício de imaginação, o autor procura traçar um paralelo entre a situação geopolítica da Guerra Fria, envolvendo os EUA e a URSS durante a crise dos mísseis em Cuba, e a atual disputa entre os Estados Unidos e a China, criando um cenário hipotético, mas, nas suas próprias palavras, intrigante. Dado o cenário especulado, cabe a pergunta: Poderia Cuba ser tão importante para a China quanto foi para a União Soviética?

A disputa de EUA e China pela hegemonia global

No início dos anos 1970, sob a liderança do secretário de estado Henry Kissinger e do presidente Richard Nixon, os EUA se aproximaram da China, visando afastar o país asiático da influência da União Soviética. Desde então o Dragão vem crescendo econômica e militarmente, expandindo sua influência e agora ameaça a hegemonia dos EUA.

Radar Semanal 02/10/2020

Nesta semana o Radar destaca uma análise que conclui que a inteligência dos EUA não está preparada para manter o país em condições de competir com a China. Além disso, análises sobre o conflito entre Armênia e Azerbaijão no Nagorno-Karabakh, o orçamento militar do Japão e um estudo sobre as relações Rússia e Venezuela, entre outros assuntos.

As relações cada vez mais tensas entre EUA e China

As recentes ordens de fechamento dos consulados chinês e americano em Houston e Chengdu, respectivamente, são apenas mais um degrau na escalada de tensões entre os dois países. A disputa entre ambos se intensifica, os interesses envolvidos são enormes e um eventual desequilíbrio mais sério não interessa a ninguém, mas a espiral conflituosa é ascendente e as chances de algo escapar ao controle são cada vez maiores.