A perspectiva estratégica da China

O presidente chinês Xi Jinping (Foto: Nicolas Asfour/Reuters).

Se um dia os EUA chegarem a enfrentar a China, será fundamental entender como o país enxerga sua posição estratégica, ou como a posição estratégica chinesa a obrigará a agir.

Especulando sobre a China e Cuba

Num exercício de imaginação, o autor procura traçar um paralelo entre a situação geopolítica da Guerra Fria, envolvendo os EUA e a URSS durante a crise dos mísseis em Cuba, e a atual disputa entre os Estados Unidos e a China, criando um cenário hipotético, mas, nas suas próprias palavras, intrigante. Dado o cenário especulado, cabe a pergunta: Poderia Cuba ser tão importante para a China quanto foi para a União Soviética?

A disputa de EUA e China pela hegemonia global

No início dos anos 1970, sob a liderança do secretário de estado Henry Kissinger e do presidente Richard Nixon, os EUA se aproximaram da China, visando afastar o país asiático da influência da União Soviética. Desde então o Dragão vem crescendo econômica e militarmente, expandindo sua influência e agora ameaça a hegemonia dos EUA.

Radar Semanal 02/10/2020

Nesta semana o Radar destaca uma análise que conclui que a inteligência dos EUA não está preparada para manter o país em condições de competir com a China. Além disso, análises sobre o conflito entre Armênia e Azerbaijão no Nagorno-Karabakh, o orçamento militar do Japão e um estudo sobre as relações Rússia e Venezuela, entre outros assuntos.

As relações cada vez mais tensas entre EUA e China

As recentes ordens de fechamento dos consulados chinês e americano em Houston e Chengdu, respectivamente, são apenas mais um degrau na escalada de tensões entre os dois países. A disputa entre ambos se intensifica, os interesses envolvidos são enormes e um eventual desequilíbrio mais sério não interessa a ninguém, mas a espiral conflituosa é ascendente e as chances de algo escapar ao controle são cada vez maiores.