Radar Semanal 02/10/2020

Nesta semana o Radar destaca uma análise que conclui que a inteligência dos EUA não está preparada para manter o país em condições de competir com a China. Além disso, análises sobre o conflito entre Armênia e Azerbaijão no Nagorno-Karabakh, o orçamento militar do Japão e um estudo sobre as relações Rússia e Venezuela, entre outros assuntos.

Radar Semanal 25/09/2020

O primeiro voo do Gripen no Brasil foi noticiado na imprensa internacional especializada. A Defense One diz que o contrato de US$ 13 bilhões da USAF com a Northrop Grumman para novos mísseis balísticos levanta dúvidas, e a Defense News noticia que o Pentágono visa uma esquadra de 500 navios. A Associated Press traz a troca de farpas entre EUA, Rússia e China na ONU, devido à Covid-19, e Putin parece estar ampliando sua atividade militar na Bielorrússia.

Radar Semanal 18/09/2020

No Radar desta semana, entre outros assuntos, o voo do protótipo do caça de 6ª geração da USAF, e uma análise das relações EUA-India em meio ao aumento das tensões com a China; a Foreign Policy trata das ambições da França no Oriente Médio, e a Gazeta do Povo avalia a visita de Mike Pompeo à fronteira Brasil-Venezuela. Uma visão dos interesses dos EUA na África pelo American Security Project, e uma atualização da situação na Bielorrússia pelo ISW.

Radar Semanal 11/09/2020

A questão na Bielorrússia e a atuação da Rússia na Síria; Um artigo do INSS de Israel com preocupações sobre a tensão entre China e EUA em meio aos planos chineses de dobrar sua capacidade nuclear. Ainda sobre Israel, um gráfico com os mísseis israelenses. A Al Jazeera produziu um interessante mapa interativo com o histórico de fronteira entre China e Índia. O Washington Post publicou reportagem sobre mais um incêndio em Beirute e, o USNI analisa o crescimento da marinha chinesa. O Al-Monitor trouxe uma matéria sobre os exercícios militares do Irã no Estreito de Ormuz e o The War Zone fala sobre o novo livro de Bob Woodward e a revelação de Trump sobre novos sistemas de armas nucleares americanas.

A substituição e a modernização das ogivas das armas nucleares e termonucleares no futuro próximo

As armas nucleares são peças de engenharia de alta complexidade. Como qualquer munição, possuem data de validade, estimada em cerda de 100 anos para núcleos de plutônio e gatilhos de detonação de urânio-235. Boa parte das ogivas atualmente em uso terão que ser modernizadas ou substituídas nos próximos anos.