Batalha de Wizna, as “Termópilas Polonesas”: entre o mito e o fato (Parte 3-final)

Na terceira e última parte do artigo, a retirada dos sobreviventes e a conclusão da história desta batalha, épica para os poloneses, um resumo do triste saldo final e as principais perdas de ambos os lados, além de uma análise de aspectos históricos e visões de historiadores que se contrapõem.

Batalha de Wizna, as “Termópilas Polonesas”: entre o mito e o fato (Parte 2)

Enquanto em 5 de setembro ainda era possível parar o ataque inimigo, no dia seguinte a defesa polonesa quebrou. O comandante-em-chefe, marechal Śmigły-Rydz, ordenou que a unidade do SGO Wyszków, sob Kowalski (as 1ª e 41 de Infantaria, essa última do general Piekarski), então estacionadas nos subúrbios de Pułtusk e Różan, mantivessem o setor seguro de modo que uma retirada para o oeste, na direção do Narew, pudesse ser realizada caso a pressão do inimigo não fosse contida.

Militares dos EUA estão divididos?

Muitas coisas incomuns vêm acontecendo ultimamente nos EUA: todo o imbróglio envolvendo as eleições, a grande manifestação em Washington e a controversa invasão do Capitólio – sim, controversa, pois embora a “velha mídia” insista em responsabilizar o presidente Donald Trump, há cada vez mais indícios de infiltrações da Antifa e do BLM –, a censura de Trump nas redes sociais e a presença de tropas para garantir a posse de Joe Biden, que pode chegar a 25.000 militares. Interessante notar que uma divisão típica do exército americano é composta por 10 a 15 mil militares, assim teremos em Washington o equivalente a duas divisões para proteger uma posse presidencial. Isto é absolutamente excepcional.