Batalha de Wizna, as “Termópilas Polonesas”: entre o mito e o fato (Parte 3-final)

Na terceira e última parte do artigo, a retirada dos sobreviventes e a conclusão da história desta batalha, épica para os poloneses, um resumo do triste saldo final e as principais perdas de ambos os lados, além de uma análise de aspectos históricos e visões de historiadores que se contrapõem.

Batalha de Wizna, as “Termópilas Polonesas”: entre o mito e o fato (Parte 2)

Enquanto em 5 de setembro ainda era possível parar o ataque inimigo, no dia seguinte a defesa polonesa quebrou. O comandante-em-chefe, marechal Śmigły-Rydz, ordenou que a unidade do SGO Wyszków, sob Kowalski (as 1ª e 41 de Infantaria, essa última do general Piekarski), então estacionadas nos subúrbios de Pułtusk e Różan, mantivessem o setor seguro de modo que uma retirada para o oeste, na direção do Narew, pudesse ser realizada caso a pressão do inimigo não fosse contida.