Categoria: História

Os Golpes de 1992 na Venezuela: Origens do Bolivarianismo

A Venezuela sempre se orgulhou de ser um oásis democratico na América Latina. Apesar da melhora da qualidade de vida do povo venezuelano nos primeiros anos do bolivarianismo, hoje a fonte secou e o atual regime, comandado pelo “ilegítimo” Nicolás Maduro caminha para o seu fim.

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Caçada ao USS Carl Vinson

Uma interessante história da guerra fria: o relato de um oficial a bordo de um Tu-95 “Bear” em missão para fotografar o então novo porta-aviões USS Carl Vinson em testes de mar. O relato mostra a ousadia da tripulação russa a pouco mais de 100km da costa americana. Acompanhe esta cativante narrativa trazida por Valter Andrade.

A Divisão Azul

A Espanha foi oficialmente neutra na II Guerra, mas Franco permitiu que espanhóis fossem voluntários no exército alemão, mantendo a neutralidade e ao mesmo tempo compensando Hitler pelo apoio na Guerra Civil Espanhola. A Divisão Azul, a unidade de voluntários espanhóis, serviu na frente oriental. Saiba mais no brilhante texto do prof. Luiz Reis.

O Nordeste e o “Trampolim da Vitória” da II Guerra Mundial

O nordeste brasileiro teve participação marcante na II Guerra. Parnamirim, hoje sede da Ala 10 da FAB, foi a mais importante base brasileira, mas não a única. A presença americana em Natal, Fortaleza e Recife foi intensa e marcou os costumes locais. Este foi o tema escolhido pelo historiador militar Luiz Reis em sua estréia no Velho General. Não deixe de ler!

Victor Belenko

Em Setembro de 1976, o 1o. tenente da força aérea soviética Victor Belenko aterrissou de surpresa em Hakodate, no Japão, com o mais avançado caça da URSS, o Mig-25 “Foxbat”, uma incógnita no ocidente. Belenko obteve asilo nos EUA, que antes de devolver o caça, o examinaram para descobrir seus segredos. Conheça essa história na estréia do jornalista Valter Andrade!

A Batalha da Jutlândia

Talvez devido a Batalha do Somme, com mais de um milhão de mortos, ter ocorrido pouco tempo depois, a Batalha da Jutlândia acabou ficando um pouco esquecida pela História. No entanto, com mais de 6.000 marinheiros britânicos mortos – contra 2.500 alemães – foi o dia mais sangrento da história da Marinha Real.