Categoria: Equipamento e Tecnologia

O Projeto Sistema Combatente Brasileiro – COBRA

A guerra moderna requer um combatente com letalidade seletiva e capacidade de atuar em rede; ele deve ser provido boa proteção individual, capaz de preservar sua capacidade operativa e sua saúde. Conheça o Projeto COBRA pelo seu gerente, o coronel Paulo Filho.

O Século XXI é o fim da era do Porta-aviões?

O CMG Sochaczewski examina a importância passada e presente dos porta-aviões, suas vantagens e riscos, fornecendo uma visão da aplicabilidade dessa plataforma até o final do século XXI e, talvez, trazendo subsídios à decisão de novos investimentos nessa classe de navio. Ao mesmo tempo, traça um inestimável histórico sobre a evolução do porta-aviões e o declínio do encouraçado, relacionando-os à evolução das estratégias de projeção de poder naval.

As campanhas submarinas alemã e norte-americana na Segunda Guerra Mundial

Decorridos mais de setenta anos do final da Segunda Guerra Mundial, ainda desperta muito fascínio revisitar aspectos da guerra no mar conduzida naquele período. Este artigo aborda a importância do emprego da arma submarina e da marinha mercante no preparo e emprego das marinhas, a qual parecia relegada a segundo plano no período entre guerras.

“Scooters Portenhos”: O A-4 Skyhawk a serviço da Argentina na Guerra das Malvinas e além

Na Guerra das Malvinas, os valentes caças A-4 Skyhawk argentinos afundaram o destroier Coventry e as fragatas Antelope e Ardent, além de inflingir severos danos ao destroier Glasgow, às fragatas Argonaut e Broadsword e aos navios de apoio RFA Sir Galahad e Sir Tristan.

O Sea Harrier na Guerra das Falklands

O Harrier foi o primeiro avião de combate V/STOL (Vertical/Short Take- off and Landing) a ser produzido em série e a entrar operacionalmente em combate. De sua adaptação para uso naval pela Fleet Air Arm da Royal Navy, emergiu o Sea Harrier, cuja atuação foi essencial para a vitória britânica na Guerra das Falklands/Malvinas em 1982.

O Combustível de Alta Octanagem na Batalha da Inglaterra

A vitória numa batalha nunca é resultado de um único fator, mas de uma combinação de diversos deles. Um dos contribuidores para a vitória britânica na Batalha da Inglaterra, muito pouco mencionado, foi o combustível.