Categoria: Doutrina, Estratégia, Logística

Ações Aéreas Argentinas na Guerra das Malvinas

Os argentinos mantiveram seus principais meios aéreos nas bases do continente, e de lá, apesar da distância considerável do teatro de operações e com restrições em sua capacidade de reabastecimento em voo, eles operaram diversas missões contra a frota britânica. Neste artigo, o Prof. Rudnei traça um panorama geral das principais ações aéreas da FAA e da Armada durante a guerra.

REVO na Guerra das Malvinas

A capacidade de Reabastecimento em Voo (REVO) é um fator fundamental na guerra aérea moderna. Na Guerra das Malvinas/Falklands, este foi o fundamento que possibilitou, de uma lado, as operações britânicas Black Buck contra o aeródromo de Stanley, e, de outro, o ataque argentino ao destroier HMS Sheffield.

Gerenciamento eficaz da crise

Nenhuma organização, seja militar ou civil, privada ou governamental, está imune à crises. A implementação de processos para lidar com os riscos inerentes a elas, bem como o treinamento de profissionais para executa-los, é de fundamental importância. Neste artigo, o Cel Wanderley Mascarenhas de Souza delineia algumas medidas aplicáveis.

Estratégia Naval Soviética: Conceitos e Forças para o Teatro de Guerra contra a OTAN

Este Relatório de Inteligência da CIA, de janeiro de 1975, faz uma análise da doutrina, forças e possíveis ações das marinhas soviética e dos países do Pacto de Varsóvia num eventual cenário de guerra contra as forças da OTAN. Parece ter sido produzido com base em documentos confidenciais do Pacto de Varsóvia obtidos pela inteligência americana. Foi liberado em junho de 2017 através da FOIA (Freedom of Information Act, a lei de liberdade de informação dos EUA).

O Combustível de Alta Octanagem na Batalha da Inglaterra

A vitória numa batalha nunca é resultado de um único fator, mas de uma combinação de diversos deles. Um dos contribuidores para a vitória britânica na Batalha da Inglaterra, muito pouco mencionado, foi o combustível.

S-400 na Síria – Tigre ou gatinho?

Uma análise dos resultados práticos do S-400 na Síria, sistema russo de defesa aérea recentemente adquirido pela Turquia e também instalado na Criméia e na Sérvia, e que suspeita-se que China e Irã também estejam procurando adquirir.

Notas históricas sobre o uso do Poder Aéreo como Arma de Interdição – Parte III, Coréia do Norte

Esta é a terceira e última parte do Relatório de Inteligência da CIA de 1966 que subsidiava decisões de ações de interdição aérea para a Guerra do Vietnã pela avaliação das guerras aéreas contra a Alemanha e Japão da Segunda Guerra Mundial e contra a Coréia do Norte na Guerra da Coréia na década de 1950. Na primeira parte da análise, publicamos o estudo da Alemanha; na segunda parte, a análise do Japão; e nesta conclusão publicamos a avaliação da Coréia do Norte.

Notas históricas sobre o uso do Poder Aéreo como Arma de Interdição (Parte II, Guerra Aérea Contra o Japão)

Esta é a segunda parte do Relatório de Inteligência da CIA que subsidiava decisões de ações de interdição aérea para a Guerra do Vietnã pela análise dos resultados da guerra aérea contra a Alemanha e o Japão na Segunda Guerra Mundial e contra a Coréia do Norte na Guerra da Coréia, na década de 1950. Neste artigo, publicamos a porção referente à Guerra Aérea contra o Japão.

Notas históricas sobre o uso do Poder Aéreo como Arma de Interdição (Parte I, Guerra Aérea Contra a Alemanha)

Este relatório avalia ações para a Guerra do Vietnã, analisando as guerras contra a Alemanha e o Japão na 2a Guerra Mundial e contra a Coréia do Norte na Guerra da Coréia. Esta é a 1a. parte, a Guerra Aérea contra a Alemanha.