O McDonnell Douglas (Boeing) T-45 Goshawk: o “Aircraft Carrier Trainer” da US Navy

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Reis Por Luiz Reis

ORIGENS E DESENVOLVIMENTO

O T-45 Goshawk tem suas origens em meados da década de 1970, período em que a Marinha dos Estados Unidos iniciou formalmente a busca de uma nova aeronave para treinamento a jato para servir como substituto dos treinadores Rockwell T-2 Buckeye e McDonnell Douglas A-4 Skyhawk, e que operasse tanto em terra como embarcado. Durante o ano de 1978, o programa de treinamento avançado VTX-TS para atender a essa necessidade foi formalmente lançado pela Marinha dos EUA. Uma equipe anglo-americana, composta pela britânica British Aerospace (BAe) e McDonnell Douglas (MDC), decidiu apresentar sua proposta de uma versão navalizada do BAE Systems Hawk. Outros fabricantes também apresentaram propostas, como a da empresa francesa de aviação Dassault Aviation, a fabricante alemã Dornier e a empresa aeroespacial americana Lockheed, que ofereceu seu Alpha Jet, que seria navalizado para atender à exigência.

A competição VTX-TS não foi simplesmente para a aquisição de uma simples aeronave; ela compreendia cinco áreas principais: a própria aeronave, simuladores de voo, desenvolvimento de uma metodologia de treinamento acadêmico, apoio logístico integrado e gerenciamento e integração de programas. Para a proposta, a MDC era a principal contratada e integradora de sistemas, a BAe funcionava como a principal subcontratada e parceira do elemento aeronáutico, a Rolls-Royce fornecia o motor Adour para alimentar a aeronave e a Sperry foi a principal subcontratada do sistema simulador. Em novembro de 1981, a Marinha dos EUA anunciou que havia escolhido o Hawk como vencedor da competição VTX-TS. Aproximadamente 60% do trabalho no programa T-45 foi realizado na Grã-Bretanha, com os outros 40% nos Estados Unidos. Em setembro de 1982, um contrato de Desenvolvimento de Engenharia em Escala Total foi concedido à equipe para desenvolver e produzir totalmente a aeronave proposta, que havia sido designada como T-45 Goshawk. No dia 16 de abril de 1988, o primeiro T-45A Goshawk realizou seu voo inaugural.

PRODUÇÃO

O trabalho na produção do Goshawk foi dividido entre as duas principais empresas parceiras. A BAE Systems (sucessora da BAe após sua fusão com a Marconi Electronic Systems durante 1999) foi responsável pela fabricação da fuselagem frontal, junto com as entradas de ar e o estabilizador vertical do T-45 em Samlesbury, enquanto as asas eram produzidas na fábrica da empresa em Brough, Inglaterra. A Boeing (quese fundiu à McDonnell Douglas em 1997) realizou a fabricação dos elementos remanescentes do Goshawk, bem como conduziu a montagem final do tipo em uma linha de produção em St. Louis, Missouri, depois de ter sido transferida a fabricação da aeronave de Long Beach, Califórnia, para St. Louis, o mesmo local da fabricação do F/A-18E/F Super Hornet.


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Um T-45C Goshawk decola do USS John C. Stennis (CVN 74), no Oceano Pacífico, em 4 de fevereiro de 2010 (Foto: US Navy/Mass Communication Specialist 2nd Class Josue L. Escobosa)


O Goshawk manteve o típico motor usado pelo Hawk, o confiável motor a jato turbofan Rolls-Royce Adour. Em meados da década de 1990, a Rolls-Royce trabalhou no estabelecimento de uma linha de produção com sede nos EUA para o motor Adour, que seria fabricado pela Allison Engine Company (que havia sido adquirida recentemente pela Rolls-Royce em 1995); no entanto, em setembro de 1997, a Marinha dos EUA optou por não produzir tal turbina. Nessa época, a Marinha dos EUA estava muito interessada em potencialmente adotar outro motor, o turbofan F124 da International Turbine Engine Company, para o Goshawk. Em 7 de outubro de 1996, um avião de teste T-45A voou, alimentado pelo F124.

As primeiras aeronaves de produção foram designadas como T-45A; entretanto, a partir de dezembro de 1997, os Goshawks de produção posteriormente construídos foram construídos com sistemas aviônicos aprimorados, que incluíam a adoção de um glass cockpit e o head-up display (HUD), sendo designados então como T-45C. A partir de 2003, todas as aeronaves de treinamento T-45A existentes foram convertidas para a configuração T-45C mais moderna, de acordo com o T-45 Required Avionics Modernization Program (RAMP, ou Programa de Modernização de Aviônica Requerido, em tradução livre). Este programa trouxe os treinadores da Marinha dos EUA para um padrão idêntico chamado Cockpit 21, que incorporava tanto o HUD quanto o glass cockpit, o que teve a vantagem de tornar os treinadores mais semelhantes as aeronaves da linha de frente dos EUA. Em 16 de março de 2007, foi anunciado que o 200º Goshawk havia sido entregue à Marinha dos EUA. No mês de novembro de 2009, a 221ª aeronave, a aeronave final a ser produzida, foi entregue.

DESENVOLVIMENTO ADICIONAL E POSSÍVEIS EXPORTAÇÕES

No início de 2008, foi anunciado pela Marinha dos EUA que várias de suas aeronaves T-45C seriam equipados com um radar sintético, para que eles suportassem os requisitos de treinamento da tripulação traseira, e que estava considerando uma possível exigência para modificar mais aeronaves com esse novo sistema. Um lote inicial de 19 T-45Cs foram equipados com o denominado sistema de treinamento de missão virtual (VMTS), que simula as capacidades do radar Raytheon APG-73 do Boeing F/A-18E/F Super Hornet da US Navy (incluindo mapeamento de terra, os modos de alvos no solo e ar-ar, juntamente com uma capacidade de treinamento em guerra eletrônica) foi entregue à escola de treinamento de oficiais de voo da Marinha em Pensacola, Flórida. Essa aeronave modificada foi usada para adestrar os operadores de sistema de armas e os operadores de guerra eletrônica para o Super Hornet e o Boeing EA-18G Growler, respectivamente.

Tanto a McDonnell Douglas quanto a Boeing fizeram várias demonstrações para potenciais clientes no exterior, geralmente oferecendo o Goshawk no papel de treinador e/ou uma aeronave de caça e ataque leve de baixo custo que possa ser operada a partir de porta-aviões. Em meados da década de 1990, McDonnell Douglas juntou-se à Rockwell International para licitar conjuntamente o T-45 como substituto da frota de treinamento de jato da Força Aérea Australiana na competição contra, entre outros, o Hawk do qual o tipo tinha sido derivado. Os esforços de marketing para adquirir clientes de exportação foram intensificados após um corte na taxa de aquisição pela Marinha dos EUA durante 2003; de acordo com analistas, Israel foi identificado como tendo um potencial interesse para adquirir o tipo. No final de 2006, a empresa promoveu o conceito de uma variante avançada do Goshawk T-45C para a Grécia, enfatizando sua estreita compatibilidade e comutalidade com o treinador turboélice Beechcraft T-6A Texan II, já operado pela sua força aérea. Durante o início de 2007, foi anunciado pela Boeing que a empresa tinha mantido discussões com a marinha indiana, que tinha antecipado uma requerimento para aeronaves de treinamento naval.


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Dois T-45A Goshawks voam em formação durante um treinamento sobre o Texas em 4 de junho de 2008 (Foto: US Navy/Lt John A. Ivancic)


A partir de 2003, o Comando de Educação e Treinamento Aéreo (AETC) da Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) cogitou uma versão baseada em terra do Goshawk para substituir o veterano treinador Northrop T-38 Talon. Em 2010, a Marinha dos EUA teria participado das primeiras avaliações e inquirições do programa que futuramente se tornaria o programa T-X. Alegadamente, a BAE Systems, mais tarde em parceria com a norte-americana Northrop Grumman, manteve discussões para tentar construir uma versão que atendesse aos requisitos da força aérea, mas problemas técnicos e a posterior desistência da Northrop Grumman da parceria, tentando inclusive ser a primeira a lançar um malsucedido projeto próprio (o Model 400, da Scaled Composites, uma subsidiária da Northrop Grumman), forçaram ambas as empresas (Northrop Grumman e BAE Systems) a desistirem de participarem do programa em fevereiro de 2017.

DESIGN

O T-45 Goshawk é uma versão do British Aerospace Hawk Mk.60 totalmente capaz de operar em porta-aviões. Foi desenvolvido como um avião de instrução de voo a jato para a Marinha e o Corpo de Fuzileiros Navais. O Hawk original não tinha sido originalmente projetado para operar em porta-aviões; consequentemente, foram necessárias numerosas modificações para produzir uma aeronave adequada para tal uso, como o fortalecimento extensivo da célula, necessária para suportar as forças excessivas impostas pelas tensões envolvidas nos lançamentos nas catapultas e no pouso enganchado, ambos cenários rotineiros nas operações em porta-aviões.


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T-45C Goshawk T-45C do Esquadrão de Treinamento (VT) 26 aterrissando no porta-aviões USS Dwight D. Eisenhower (CVN-69), no Oceano Atlântico em 1º de agosto de 2011. (Foto: US Navy/Mass Communication Specialist 3rd Class Nathan Parde)


O mais notável entre as mudanças feitas no design do Hawk foi a adoção de um sistema de slats comparativamente simples, operado por um mecanismo de acoplamento e atuador capaz de ser abrigado dentro do limitado espaço disponível, junto com a adoção de novos revestimentos na fuselagem e nas asas, que melhorou consideravelmente o fluxo de ar. Outras modificações no Goshawk incluíram uma fuselagem reforçada, a adoção de um trem de pouso mais robusto e alargado, complementado por um trem de pouso dianteiro de duas rodas redesenhado, e um gancho de travamento para a catapulta. Além disso, as pontas das asas foram ampliadas em uma extensão de 6 polegadas (0,152 m) e uma cauda maior (também com pontas ampliadas) foi instalada, junto com uma única aleta ventral na frente do gancho de pouso.

Na época da seleção do Goshawk, o USS Lexington (CVT-16) da época da Segunda Guerra Mundial era o porta-aviões de treinamento da Marinha dos EUA. O Lexington, que tinha um convés em ângulo de 277 metros de comprimento e 58 metros de largura, complementado com um par de antigas catapultas a vapor, foi o principal fator determinante para o projeto do T-45 atender tais operações. As mudanças aerodinâmicas da aeronave, que foram desenvolvidas pela British Aerospace em suas instalações do Reino Unido, incluíram melhorias nas características de manobrabilidade em baixa velocidade e uma redução na velocidade de aproximação. Durante os testes de voo do Goshawk, foi constatado que a aeronave manteve características de voo relativamente favoráveis, mesmo quando voadas dentro das condições de estol em baixa velocidade de aproximação.


Assista ao Vídeo 628 do CANAL ARTE DA GUERRA: Como modificar jatos para operar em porta aviões


USO OPERACIONAL

O T-45 é usado nas fases intermediária e avançada do programa de treinamento de pilotos de ataque de Aviador Naval da Marinha e do Corpo de Fuzileiros Navais com o Training Air Wing One na Estação Aérea Naval (NAS, Naval Air Station) Meridian, no Mississippi, e na Training Air Wing Two na NAS Kingsville, no Texas. O T-45 substituiu o treinador a jato intermediário Rockwell T-2C Buckeye e o instrutor de jato avançado McDonnell Douglas TA-4J Skyhawk II por um sistema de treinamento integrado que inclui aeronaves T-45 Goshawk, simuladores operacionais e de instrumentos, acadêmicos e suporte ao sistema de integração de treinamento. Em 2008, o T-45C também começou a operar na fase avançada de treinamento de Oficial de Voo Naval Estudantil da Marinha e do Corpo de Fuzileiros Navais para aeronaves de ataque com a Training Air Wing Six na NAS Pensacola, Flórida. Um pequeno número de aeronaves também é operado pelo Comando de Sistemas Aéreos Navais na NAS Patuxent River, em Maryland.

O T-45A original, que entrou em operação em 1991, era equipado com uma cabine analógica, enquanto o mais novo T-45C, que foi entregue em dezembro de 1997, apresenta um novo design digital glass cockpit. Todas as aeronaves T-45A atualmente em uso operacional foram atualizadas para o padrão T-45C. O T-45 deve permanecer em serviço até 2035 ou além.

Em 2017, a USN groundeou a frota T-45 para uma “pausa de segurança” de três dias, depois que mais de 100 pilotos instrutores se recusaram a pilotar a aeronave. Os pilotos citaram preocupações sobre incidentes de hipóxia que eles acreditavam ter resultado de sistemas de geração de oxigênio a bordo defeituosos. Nos últimos cinco anos, os episódios fisiológicos ligados a problemas com o sistema de oxigênio do T-45 quase quadruplicaram, de acordo com depoimentos de aviadores navais seniores em abril de 2017. A ordem de groundeamento foi primeiro decretada e depois suspensa, mas apenas para instrutores e com uma restrição de teto de voo de 10.000 pés, onde o Sistema de Geração de Oxigênio a Bordo (OBOGS) não seria necessário. A ordem de groundeamento foi totalmente suspensa, juntamente com todas as restrições sobre teto de voo e pilotos alunos em agosto de 2017. A frota de T-45 foi posteriormente atualizada com novos sensores para monitorar os sistemas de oxigênio a bordo, bem como um novo sistema de separação de água, na esperança de reduzir os eventos de hipóxia e determinar a causa dos problemas. Embora as causas subjacentes ainda não tenham sido determinadas definitivamente, no primeiro trimestre de 2018, os eventos de hipóxia retornaram aos níveis nominais após o pico em 2016 e 2017. Continua o trabalho de garantir que os eventos fisiológicos adicionais sejam mantidos ao mínimo – sistemas de oxigênio de reserva estão sendo desenvolvidos e devem ser instalados até o segundo semestre de 2019. Nos últimos anos, problemas semelhantes também afetaram os F/A-18 da Marinha e os T-6, F-22 e F-35 da Força Aérea, alguns dentro dos mesmos quadros de tempo ou similares, e o Departamento de Defesa (DoD, Department of Defense) estabeleceu um comando conjunto para investigar os problemas.


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Aeronaves T-45A Goshawk do Training Air Wings One & Two no convoo do porta-aviões USS Harry S. Truman (CVN 75) em exercícios de treinamento de lançamento e recuperação, no Oceano Atlântico, em 24 de junho de 2005 (Foto: US Navy/Photographer’s Mate 3rd Class Jay C. Pugh)


VARIANTES

T-45A

Treinador a jato básico e avançado de dois lugares para a Marinha e para o Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA.

T-45B

Proposta de versão terrestre que teria sido basicamente um Hawk convencional equipado com um cockpit da Marinha dos EUA e sem capacidade de operar em porta-aviões. A Marinha dos EUA queria obter o T-45B para que os pilotos em treinamento pudessem se beneficiar de um treinamento mais simples, mas abandonaram a idéia em 1984 em favor de atualizações menos onerosas para o TA-4J e o T-2C.

T-45C

Modelo do T-45A equipado com glass cockpit, HUD, navegação inercial e outras melhorias. Todos os T-45A existentes foram atualizados para o padrão T-45C.

T-45D

Designação provisória para uma atualização prevista do T-45C, potencialmente incorporando várias melhorias e equipamentos adicionais, como displays montados em capacetes e outras melhorias.

OPERADOR

Marinha dos Estados Unidos (US Navy): 196 T-45C.

ESPECIFICAÇÕES (T-45A)

Características gerais

  • Tripulação: 2 (estudante, instrutor)
  • Comprimento: 11,99 m
  • Envergadura: 9,39 m
  • Altura: 4,08 m
  • Área das asas: 17,7 m2
  • Peso vazio: 4.460 kg
  • Peso máximo de decolagem: 6.387 kg
  • Powerplant: 1 × turbofan Rolls-Royce Turbomeca F405-RR-401 (Adour), 5.527lbf (26 kN)

Desempenho

  • Velocidade máxima: 560 nós (645mph, 1.038km/h) a 8.000 pés
  • Alcance: 700 nmi (805 mi, 1288 km)
  • Teto de serviço: 42.500 pés (12.950 m)
  • Taxa de subida: 8.000 pés/min (40,6 m/s)

Armamento

Geralmente nenhum. Possui um ponto duro sob cada asa que pode ser usado para transportar suportes de bombas de treinamento (pode transportar até 12 bombas de treinamento Mk-76), foguetes ou tanques de combustível. Outro ponto duro na linha central pode carregar combustível extra ou um compartimento de carga para a bagagem da tripulação em caso de translado.

Aviônica

  • Sistema de Referência de Atitude e Proa AN/USN-2(V) da Smiths Industries Ltd., posteriormente substituído pelo Sistema de Orientação e Navegação AN/ASN-180 da BAE/Marconi
  • Sistema de pouso por instrumentos Rockwell Collins AN/ARN-144 VHF Omnidirectional Radio Range
  • Altímetro de radar Honeywell AN/APN-194
  • Sistema de Orientação Inercial (INS) Northrop Grumman AN/ASN-166: Incorpora um giroscópio de anel a laser Northrop Grumman (anteriormente Litton) LN-100G, um Sistema de Posicionamento Global (GPS) Rockwell Collins e um filtro Kalman

Suíte de comunicações

  • Rádio Rockwell Collins AN/ARC-182 UHF/VHF
  • IFF (Identification Friend or Foe, sistema de identificação amigo ou inimigo) Honeywell AN/APX-100

*Imagem de capa: Um T-45A Goshawk sobre o sul do Texas em 4 de junho de 2008 (Foto: US Navy/Lt John A. Ivancic)


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  13 comments for “O McDonnell Douglas (Boeing) T-45 Goshawk: o “Aircraft Carrier Trainer” da US Navy

  1. robinsonfarinazzo
    03/06/2019 às 12:34

    Parabéns Professor, orgulho de ser seu amigo ! FA

    Curtido por 3 pessoas

  2. Bruno Borges
    03/06/2019 às 13:35

    reportagem muito legal!! Parabens

    Curtido por 2 pessoas

  3. 03/06/2019 às 22:12

    Realmente, para uma força naval como a americana, tem que ter um treinador embarcado, antes de pilotarem os caças. Lembrando que já tinham a expertise do A4 e do Rockwell T-2.

    E nós ainda dispomos de alguns A4, pena que o NAE não temos. E a França é que se livrou da encrenca de metal.

    Curtido por 2 pessoas

  4. David
    04/06/2019 às 03:56

    Artigo muito bem feito e completo. Parabéns!

    Curtido por 1 pessoa

  5. givanildosousagonalves
    04/06/2019 às 18:02

    Ótimo artigo!!

    Curtido por 2 pessoas

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